Mulher que cozinhou e comeu marido em 1993 ainda é 'risco', diz promotor

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04/10/2011 20h04 - Atualizado em 04/10/2011 20h16

Mulher que cozinhou e comeu marido em 1993 ainda é 'risco', diz promotor

Omaima Nelson tenta liberdade condicional pela 2ª vez na Califórnia.
Em investigação, ex-modelo disse que comeu lascas com molho barbecue.

Do G1, em São Paulo
Omaima Nelson, condenada por matar, cozinhar e comer o próprio marido na década de 1990 (Foto: Reprodução/KABC TV)Omaima Nelson, condenada por matar, cozinhar e
comer o próprio marido na década
de 1990 (Foto: Reprodução/KABC TV)
A ex-modelo egípcia presa em 1993 por matar, cozinhar e comer o próprio marido no Orange County, na Califórnia, ainda é um "risco à sociedade", afirmou o promotor que ajudou a garantir a condenação de 27 anos na prisão. Omaima Nelson, que já cumpriu 18 anos no presídio, está tentando pela segunda vez a liberdade condicional.
"[Ela] cortou as mãos dele para remover suas digitais e basicamente o decapitou e colocou a cabeça em um freezer após cozinhá-la para tentar remover seus dentes", lembra o promotor Randy Pawloski em entrevista à KABC TV sobre o caso que chocou os EUA há quase duas décadas.
Omaima tinha pouco mais de 20 anos quando matou seu marido, Bill Nelson, no apartamento do casal em Costa Mesa, na Califórnia. Ele tinha então 56 anos.
À época da investigação, a mulher chegou a afirmar a um médico que cortou lascas das costas do morto e as mergulhou em molho barbecue para comer, o que ela passou a negar antes de pedir a concessão à liberdade condicional diante da corte, em audiência marcada para esta quarta (5).
"Ela agora vai negar que tenha comido ele. E a razão é que, se ela admitisse, eles não libertariam uma canibal. (...) Ela dirigia o Corvette vermelho do marido com os órgãos internos dele dentro do carro, em uma sacola de lixo plástica", afirma o promotor.
Pawloski escreveu uma carta para a comissão que julgará o pedido, insistindo que eles não libertem a mulher e alertando que ela é "astuta e criminalmente sofisticada". Ele também ressaltou que ela seria "um risco à segurança pública", caso fosse solta.
À época do julgamento, a defesa da modelo egípcia afirmou que ela havia sofrido abuso sexual quando criança, e que ela era estuprada e espancada pelo marido, o que configuraria caso de legítima defesa. A corte, no entanto, não acreditou nessa versão.
A primeira vez que ela fez o pedido de liberdade condicional foi em 2006. Fonte G1

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